Gerir projetos e equipas PARA QUE DAR SEJA RECEBER.

Quando cheguei do Brasil há trinta anos e ainda enquanto estudante universitária, abracei o desafio do voluntariado de competências. A informática era já uma realidade e tive logo a oportunidade de fazer a diferença realizando formações aos residentes do Lar da Boa Vontade, em Carcavelos. Nestas três décadas, nunca mais consegui parar. O voluntariado faz parte de mim! Destaco três pontos essenciais.

 

Joana Vlilas Boas-JN

 

  1. Voluntariado de competências nas Instituições Socais

Foi, assim, de forma quase natural, que continuei a colaborar com instituições num voluntariado de competências. Como exemplo, refiro o Banco Alimentar, o Ponto de Apoio à Vida, o Banco do Bebé, a Capiti, a ENTRAJUDA, o Lar da Boa Vontade, a Pais 21, a Terra dos Sonhos e outras entidades, com as quais colaborei na implementação de soluções informáticas e na gestão de bases dados. A minha atividade profissional é exigente mas no meu tempo livre tento dar uma resposta às necessidades das instituições porque tenho consciência que estas organizações trabalham com poucos recursos e atingem bons resultados, apoiando muitas pessoas com reais dificuldades e carências.

  1. Gestão de projetos e trabalho em equipa

Ser voluntário é ganhar uma grande capacidade de comunicação e conseguir explicar de forma simples e clara os benefícios de ferramentas, como por exemplo o SharePoint ou o Office 365. No relacionamento com utentes, técnicos e outros voluntários tenho ganho resiliência e maior capacidade para trabalhar em equipa. O voluntariado é também uma oportunidade para reforçar o conhecimento na gestão de projetos.

  1. Dar é receber

Há 30 anos, quando comecei a ser voluntária, dificilmente poderia por exemplo imaginar que uma das formandas a quem dei aulas numa instituição poderia com o que aprendeu e com o jeito natural que tinha, ter dado a volta à sua vida, desenvolvendo uma atividade profissional na área da informática, e ainda integrando a equipa de muitos dos projetos empresariais que desenvolvo. Esta é a lógica de uma relação win/win: o voluntariado como boomerang que nos devolve em dobro tudo aquilo que damos.

Joana Villas-Boas

 

Joana Villas-Boas trabalha desde 1987 como empresária em nome individual. É consultora, formadora e especialista em desenvolvimento de bases de dados e gestão da informação.

Partilhamos o vídeo de um dos projetos desenvolvidos para o Banco do Bebé: VER AQUI

 

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